Wednesday, September 23, 2009

o maravilhoso mundo novo dos livros no idioma original

De F. Scott Fitzgerald eu só li O Grande Gatsby, até agora. Quer dizer, comecei a ler The Diamond as Big as the Hitz, uma coletânea de contos, mas parei. Era emprestado de uma biblioteca, acabei não tendo tempo de terminar no prazo e achei melhor devolver. Achei genial, contudo. Diferente de Gatsby, não melhor ou pior, diferente apenas, mas tão bom quanto.

A questão é a seguinte: eu tive por muito tempo uma resistência grande a ler livros em inglês. Achava que nunca apreenderia as idéias e imagens tão bem quanto em português e seguia me recusando. Eu não mudei de idéia exatamente. Mas calhou que eu lesse algumas pequenas coisas em inglês – de autores ingleses ou americanos, é fundamental frisar – pra que eu começasse a achar que estava na hora de me arriscar.

Arrisquei-me pois com êxito por Fitzgerald e por Nick Hornby, do qual não falarei nesse post ainda. Li então o pedaço do citado The Diamond as Big as the Hitz e gostei muito. Dos contos e de Fitzgerald em sua língua nativa. Tanto que ando pensando em reler Gatsby no original. E olhem que eu levo aquela estória da figurinha-repetida-que-não-preenche-álbum à sério quando o assunto é livro. Eu sei, é duma idiotice sem tamanho, mas sempre penso que com tantos livros esperando pra serem lidos por aí pelo mundo, acho que vocês conseguem me entender.

Continuo desconfiada com a coisa de ler qualquer coisa em qualquer língua. Tautologico faz isso o tempo todo. Se um livro é mais barato em francês, é em francês que ele compra. Não importa se foi escrito originalmente em cantonês. Eu sei que ele faz isso com método e critério – como ele faz tudo – e eu me orgulho da capacidade dele de entender tantas línguas (daqui a pouco ele começa a ler em japonês, mas deixa eu parar com essa rasgação de seda porque não é elegante), mas eu tenho certeza de que comigo não dá pra ser assim. Ler autores nativos de língua inglesa em inglês tudo bem. Fazer o mesmo com os franceses, também, quando meu francês chegar lá. Um dia eu faço o mesmo com os russos, quem sabe, Dosta que me aguarde. Mas tudo e qualquer coisa em inglês (porque é só em inglês que eu consigo), não mesmo.

Fiel a esse princípio, já iniciei uma paquera com uma edição de The Great Gatsby que eu vi essa semana na Cultura. E da qual né, eu já tenho um volume – Pride and Prejudice, pois Jane Austen é outra que eu incluí na lista vamos-ler-no-original – graças ao namoradotrocínio de Tautologico, essa pessoa que só me acostuma mal. Não que eu esteja reclamando, óbvio.

Vamos ver no que dá, o novo projeto.

Sunday, September 20, 2009

deixa eu fazer inveja agora tá?

Beirut é muito mais legal mesmo ao vivo.



;p



e Zach Condon nem é tão chato quanto eu imaginei que ele seria.



e eu quase chorei quando ele tocou Elephant Gun.



que é né, séria candidata a melhor música de todos os tempos.



;)



amo muito hein, tudo isso, digo logo.

ps _ esse vídeo aqui é mais legal ;p

Wednesday, August 12, 2009

eu quero agora já!

assistir esse que promete ser o filme mais legal do ano.

mas agora que eu li isso eu quero mais ainda.

que a personagem de Camila Belle usa TURBANTES.
é isso mesmo. TURBANTES.
eu quero ser assim, quando eu crescer.
usar turbantes na rua com naturalidade.
um dia eu consigo.

Sunday, August 2, 2009

De About a Boy, por Nick Hornby

A mãe de Marcus termina com um namorado. Marcus pergunta o que houve. Isso é depois da resposta vaga e inconclusiva da mãe.

Marcus wasn't surprised that she couldn't explain what had happened. He'd heard more or less the whole argument, and he hadn't understood a word of it; there seemed to be a piece missing somewhere. When Marcus and his mum argued, you could hear the important bits: too much, too expensive, too late, too young, bad for your teeth, the other channel, homework, fruit. But when his mum and her boyfriends argued, you could listen for hours and still miss the point, the thing, the fruit and homework part of it. It was like they'd been told to argue and just came out with anything they could think of.

Saturday, July 18, 2009

será?

é muito complicado?
querer ler hamlet de novo com outros olhos por causa da série da globo?
e macbeth?
e romeu e julieta?

e de repente rever seus conceitos sobre shakespeare?
depois de ver a gertrudes de andréa beltrão?

é?

Thursday, March 26, 2009

Thursday, February 5, 2009

Música: Neo-old-school-country-rock-alt-folk e um pouco de lesbian-electro-punk

Zooey Deschanel demonstra que uma vantagem de ser uma atriz não muito famosa é que você pode gravar músicas com sua banda (She & Him), sem que o resultado seja uma droga. Na verdade, é bem legal.  


No filme Sim, Senhor (Yes Man), juntaram Zooey com as integrandes da banda de electro-punk Von Iva para formar a banda ficcional do filme, Munchausen by Proxy. E a mistura funcionou, tanto que elas assinam três músicas da trilha. Aqui está uma baladinha que aparece no filme:


E, pra terminar, uma mais electro mesmo que toca nos créditos finais e eu gostei: